The Handmaid’s Tale

Precisamos falar de The Handmaid’s Tale. Confesso que comecei a assistir o seriado porque li a sinopse, parecia interessante e tinha a Elisabeth Moss (Peggy Olsen – Mad Men) como protagonista. Mas confesso que achei que seria devagar, muitas divagações e que dificilmente me prenderia a atenção. Ledo engano. O seriado é simplesmente sensacional.

Baseada no livro homônimo de Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale acontece no mundo distópico de Gilead, uma sociedade fundamentalista religiosa que por conta de diversos fatores ecológicos e com a taxa de natalidade baixa, passaram a tratar as mulheres como propriedade do estado. Elizabeth Moss vive Offred, uma mulher fértil que é forçada à servidão sexual para cumprir seu papel na repopulação.

A série trabalha cutucando a ferida com temas atuais, embora o que se vê pareça inimaginável de acontecer. Talvez aquilo que mais se tema, que mais se luta, é o que está mais perto de ocorrer. Não exatamente nos mesmos moldes, mas, por que não de alguma forma similar? A questão é que o seriado aborda diversos temas controversos, por mais que não pareça pela forma como ele é disposto. Mas se você analisar deixando de lado alguns valores já incutidos, eles estão ali, no nosso dia a dia. Só está sendo mostrado de uma forma mais teatral.

O grande problema de The Handmaid’s Tale é que o seriado passa no serviço de streaming Hulu (mesmo que transmite o muito bom The Path), que infelizmente ainda não está disponível no Brasil. Já muito se falou da chegada do Hulu aqui em nossas terras tupiniquins, mas até o momento, nada. Hulu, come to Brazil, please. Please, please. We love you, guys 🙂

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