As melhores e piores séries de 2015

Series

Esse ano, só deu Netflix. Apesar de algumas séries, tipo Game of Thrones e House of Cards, continuarem arrebentando, o Netflix nos presenteou com muita coisa boa. Mas como nem tudo são flores, tivemos alguns pedregulhos no meio do caminho. Confira abaixo quais foram as séries que elegemos como as melhores e piores desse ano!

Top 6

6 – The Leftovers

the leftovers

Gosto de escolher os lançamentos para configurar o quadro das melhores séries do ano, porém isso só é possível se o ano produziu quantidade suficiente de séries boas. Então The Leftovers está aqui porque não tivemos séries boas suficientes? Não. Ela está aqui, porque apesar de ser sua segunda temporada a série praticamente se reinventou em termos de narrativa. Apesar de fugir da obra da qual se originou (livro de Tom Perrota), ela mostrou a história dos personagens que “escaparam” do arrebatamento de forma visceral. O drama foi desenvolvido de uma forma que deixa o telespectador com um nó na garganta e fumacinhas na cabeça. Não é a toa que a crítica amou e uma terceira e última temporada foi contratada.

5 – Better Call Saul

bettler call saul

Saul não é apenas o advogado engraçadão e trambiqueiro que se aliou a Walter White. Sua história merecia ser contada e o Netflix o fez com muito esmero. Aos poucos a revelação de como aquele homen se tornou aquele advogado parceiro de Walter vai se desenrolando e faz com que você não apenas torça por ele, como também o quer como amigo e advogado. Então, se você está com problema, Better Call Saul.

4 – Narcos

narcos

Complexo e surpreendente, assim é a trajetória de Pablo Escobar e o diretor José Padilha, através da excelente atuação de Wagner Moura, conseguiu nos contar com maestria. A série é uma aula de história com excelente estética. Conta de forma subliminar e nos revela outras facetas sobre a produção e tráfico de drogas. Descobrimos muito sobre Pablo Escobar, uma das figuras mais importantes e conhecidas do mundo da cocaína. A série é uma das mais gostosas aulas de história.

3 – Jessica Jones

jessica jones

Personagem feminino importante de história em quadrinhos? Sim, existe e o Netflix conseguiu mostrar essa personagem da Marvel de forma espetacular. Mais do que uma super heroína, Jessica Jones traz o empoderamento feminino, tão falado ultimamente. O mundo dos heróis não é feito apenas por homens e Jessica chega para mostrar que heroínas podem e são tão interessantes quanto eles. Kilgrave, pode chegar quente que Jessica está fervendo.

2 – Demolidor

demolidor

Ele não veio de outro planeta e conseguiu seus poderes através de um acidente. Ele é advogado, simpático, cego e extremamente habilidoso no quesito artes marciais. O Demolidor é um herói justo, talentoso e mega fofo, aquele tipo que todos querem ao seu lado. A parceria da Marvel e do Netflix está sendo maravilhosa, nos presenteando com excelentes produções e apresentando ao mundo super heróis que antes era mais conhecidos apenas pelos fãs de quadrinhos. Obrigada Netflix.

1 – Sense 8

sense8

Singular. Não tenho outra palavra para descrever Sense 8. A série dos irmãos Wachowski (Matrix, lembra?), intriga, surpreende e emociona. Te leva para um universo confuso, instigante, misterioso, emocionante, sensível e emaranhado. Os personagens são individuais ao mesmo tempo em que são coletivos. A distancia física já não importa mais e o desconhecido pode se tornar seu melhor parceiro. Múltiplas culturas, múltiplos personagens, características únicas e emoções globais. Assim é Sense 8, uma mistura complexa e simples.

Bottom 3

3 – Heroes Reborn

heroes reborn

A tentativa de reviver o sucesso de Heroes não deu certo. Heroes teve uma excelente primeira temporada e depois, aos poucos foi se perdendo. Heroes Reborn já nasceu morto.

2 – Battle Creek

battle creek

O elenco contou com a participação de Dean Winters, Josh Duhamel, Kal Penn e Damon Herriman. A ausência de carisma e o roteiro monótono causaram o cancelamento precoce da série, que acompanhava o cotidiano de um detetive e um agente do FBI.

1 – Minority Report

minority report

Apesar de uma excelente produção, a adaptação do filme homônimo de Steven Spielberg foi pouco convincente, apresentando uma visão de futuro monótona, diálogos fracos e atuações mais fracas ainda. Corre sério risco de rebaixamento.

 

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