Star Wars – Rogue One

Muita expectativa se criou em torno desse filme, pois, a grande pergunta era: Como sairá um filme que faz uma conexão entre os capítulos III e IV da saga Star Wars? Sendo que os capítulos IV, V e VI foram lançados no fim da década de 70, início da 80 e os três primeiros capítulos no final da década de 90 e anos 2000?

A desconfiança era geral, mas graças à Força (hehe), o filme ficou ótimo!

Poucos Spoilers

Rogue One mostra a batalha dos Rebeldes contra o Império, principalmente quando se descobre planos de construção de uma arma de destruição de planetas, nossa já conhecida, Estrela da Morte.

Jyn Erso (Felicity Jones) é filha de um desenvolvedor de armas, recrutado à força pelo Império, Galen Erso (Mads Mikkelsen), que é o vilão Kaecilius no incrível (Doutor Estranho). Quando seu pai é recrutado e sua mãe, morta, Jyn é criada por Saw Gerrera (interpretado pelo incrível Forrest Whitaker), um Rebelde, mas que age mais de forma independente.

Já adulta e longe de Saw, Jyn é libertada de uma prisão do Império pelos Rebeldes. Nessa prisão, Jyn está com nome falso e os Rebeldes foram buscá-la pois queriam saber se ela conhecia o paradeiro do seu pai, que seria um dos desenvolvedores da Estrela da Morte.

A partir daí, ela, Cassian Andor (Diego Luna), um oficial rebelde e seu droide K-2SO (droide originalmente do Império, mas reprogramado pra ajudar os rebeldes), saem em busca de Saw Gerrera, que pode ter pistas sobre o pai de Jyn. Eles têm a ajuda ainda de dois guerreiros rebeldes, Donnie Yen como Chirrut Imwe (não é Jedi, mas acredita cegamente na Força – desculpe pelo trocadilho hehe) e Jiang Wen como Baze Malbus.

Saw possui um holograma (sempre eles) de Galen Erso, que os levarão a descobrir os planos e deficiências da Estrela da Morte, que ele mesmo implantou, pensando na sua destruição.

Rogue One é um delicioso filme que consegue pertencer à saga de Star Wars, mesmo sem nenhum Jedi envolvido.

Notinhas

– Aparições pontuais de alguns conhecidos da saga 🙂

– Sim, Darth Vader é um dos vilões, mas o vilão principal é Ben Mendelsohn como Almirante Orson Krennic;

– É um filme mais sisudo que o Despertar da Força (capítulo VII), com humor vindo principalmente do droide K-2SO e seu temperamento rabugento;

– A saída para nenhum dos principais personagens aparecerem nos episódios seguintes é inteligente. Mas muita gente pode não gostar…

Notinhas

2 (by Mônica)

  • Como leiga que começou a entender Star Wars recentemente, Rogue One foi uma grata surpresa. O filme passou rápido, de maneira agradável.
  • O K-2SO me lembrou muito o Marvin (Paranoid Android dos livros Guia dos Mochileiros das Galáxias). Sempre achei o Marvin um robô extremamente engraçado, justamente por ser depressivo e rabugento, então, obviamente, gostei muito do K-2SO;
  • Torço sempre para os Rebeldes, mas confesso que adoro o Darth Vader. Sempre com seu ar de desdém, se mostrando “mauzão” sem precisar de músculos torneados e bombados e muito menos cara de mau. Ele respira, anda e já sabemos que ele é “do mau”. Eu sei, não estou sozinha, everybody love Darth Vader;
  • Para os fãs aficcionados por Star Wars talvez não tenha sido o melhor filme da saga, mas tá longe de não ser um filme bom. É bom, sim. Vale a pena o ingresso e a pipoca 🙂

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